segunda-feira, 20 de maio de 2013

Telecasters all over the world

Uma vez, vi um post no 9gag falando sobre como as pessoas só lembram das guitarras Les Paul e Stratocaster.

Uma grande injustiça com as Telecasters que também têm um puta timbre.

Enfim, uma introdução que serviria para puxar assunto em um elevador qualquer. O ponto é que, ao pensar nas Telecasters, a primeira banda que me vem à cabeça é o Status Quo.

Os caras formaram a banda na década de 60 para fazer um rock n' roll sincero, pesado, eficiente, cru e sem firulas.

Francis Rossi e Rick Parfitt, guitarristas do grupo, só ligaram os pedais de overdrive e mandaram ver.

Vale muito a pena conhecer o trabalho dos caras.

Abaixo, um dos hinos dos caras.


Para encerrar, mais um show completo para deixar rolando durante o expediente.


Rock n' roll all over the world.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Divas...

Aretha, Etta, Natalie, Billie, Bessie, Ella, Sarah... Algumas das divas que são eternas. Cada uma delas mereceria um post de homenagem aqui, mas hoje resolvi falar da Chaka Khan.

Ícone do R&B, funk, soul, hip hop e jazz, a premiada cantora começou sua carreira na década de 70 com a banda de funk The Rufus.

Confesso. A primeira vez que ouvi Chaka Khan foi na Alfa FM. A voz dela impressiona logo de primeira. Um timbre rasgado, forte, encorpado e ao mesmo tempo, suave e aveludado.

No fim, é quase como descrever um bom vinho. Alguns estudam, outros ficam chatos por terem estudado e alguns simplesmente curtem. Sem endeusar, cultuar ou convencer os outros do que é melhor.

Hora de ouvir.

Alfa FM!


Uma versão arrepiante.


Com Rufus.


Um show com um PUTA time de músicos.


Referência nerd que não poderia passar: seria ela a cantora mais próxima do poder de deus? :-P

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Topetes de rua

Eis que, no meio dos anos 80, com o Glam Rock, Metal Farofa, canções de amor, caras de mau, cabelos de Chitãozinho, guitarristas virtuosos, laquê e maquiagem, uma banda resolve reviver o rockabilly dos anos 50.

Brian Setzer, Lee Rocker e Slim Jim Phantom formaram o Stray Cats e logo se diferenciaram no cenário da época.

Com sua semi-acústica, Setzer compôs ótimas linhas de guitarra e solos marcantes. Lee Rocker faz seus malabarismos insanos com o contrabaixo acústico. Já Slim Jim Phantom chama logo a atenção no palco por tocar bateria de pé.

Uma banda que anima qualquer festa.

Abaixo, o primeiro som que ouvi dos caras. A clássica Stray Cat Strut.


E agora, um show completo de 1990:


Ah! Vale a pena conferir também o outro trabalho do Brian Setzer com a Brian Setzer Orchestra.

domingo, 12 de maio de 2013

The fighter still remains

Ultimamente, tenho ouvido falar muito de Mumford & Sons. Escutando o som deles, não pude deixar de lembrar de Simon & Garfunkel, a ponto de apostar que eles são influência pro som dos caras. E em tempos de Google, ficar a dúvida é bobagem.

Simon & Garfunkel


Mumford & Sons


Eu ganharia a aposta. Rá!

Bom, esse sonzinho da década de 60 chuta bundas até hoje e não é por acaso. Os putos fizeram parte da trilha de "A Primeira Noite de um Homem", puta clássico do cinema e tals, e são autores de vários clássicos da música. O mais engraçado é que Paul Simon e Art Garfunkel tem esse som todo acústico e meio folk, mas cresceram no bairro do Queens, em NYC.


Visual hipster antes de ser hipster 
virar mainstream. Oh, wait!

Infelizmente, esses dois tretaram bagarai várias vezes e acabaram nem curtindo mais ser uma dupla de dois, daí rolou que eles se separaram e vez em quando fazem um sonzinho juntos. O bom é que, antes disso, deixaram muita coisa batuta.

Pra você que não viu o filme, se não conhecer a música precisa sair mais de casa, sei lá:



Central Park é foda. Simon & Garfunkel é foda. Pensa no show:


Espero que tenham curtido, é um puta som pra quem curte violão e comprovadamente uma grande influência até os dias atuais. Aproveitem e vejam o filme também, vale a pena. Volto a postar assim que conseguir, kids. Aquele abraço!


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Rainha Mousette

Cada vez que assistia os Blues Brothers, tanto o primeiro quanto o segundo, eu reconhecia um músico legal diferente.

Desses filmes, uma boa redescoberta para hoje foi a Erykah Badu.

Ela andava tão esquecida por esses anos, que eu achei que ela tinha morrido. Juro!

Dotada de uma bela voz e com um visual marcante, Badu fez sucesso na década de 90. Hoje, ela anda sumida porque está se dedicando à família e aos filhos.

Resolveu sossegar.

Encontrei no YouTube este show acústico, da época que a MTV era realmente sobre música, e não uma "Malhação TV".



Bem legal!

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Groove em família


Minha paixão pelo som do Sly and the Family Stone só foi crescendo com o tempo.

A banda é mais um exemplo do "peso fora do rock". A psicodelia também está presente em músicas cheias de atitude e mensagens fortes.

O que destacar? Vocais e composições lindas de Sly; grooves dançantes de baixo, guitarra e bateria e diversos arranjos vocais. Tudo em perfeita harmonia.

Formada em 1967, sabe-se que a banda foi influência para uma porrada de artistas que seguiram essa mistura de funk, soul, rock e psicodelia.

Vale muito a pena conhecer toda a discografia da banda.

Sly and the Family Stone é outra banda que achei no meio dos discos da minha mãe. A primeira deles que ouvi foi "Everyday People". Logo de cara, uma letra linda.

Só um trechinho:

I am no better and neither are you
We're all the same whatever we do
You love me you hate me
You know me and then
Still can't figure out the bag I'm in
I am everyday people

Em franqueza resumida: todo mundo caga, mija, peida, trepa e vira adubo quando morre. O tempo passa e uma mensagem de 1968 ainda precisa ser dita.

Para todos os everyday people:


E agora, um puta riff de guitarra funk em "Sing a simple song":


Thank you!


Para encerrar, um show. Pena que não encontrei um registro com qualidade melhor. Mas dá para curtir! O som está bom.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Doctor is in


Quando comecei a pesquisar a história, músicas e artistas de blues, minha primeira direção foi a de procurar tributos, coletâneas e os artistas clássicos.

Depois, fui ramificando e segui meus caminhos, mas essa trajetória não vem ao caso aqui.

O ponto interessante é que, em todos as reuniões, shows, tributos, filmes e etc, tinha um cara discreto ali nas teclas.

Usando um terno, chapéu e com uma voz rouca e marcante, Dr. John é presença garantida no time dos grandes blueseiros ainda vivos.

Ele estava na homenagem ao Stevie Ray Vaughan, no Crossroads, no Blues Brothers, no Lightning in a Bottle (traduzido como "A história do Blues"), em um soundstage com Muddy Waters, Johnny Winter, no álbum do B.B. King dedicado ao Louis Jordan e por aí vai...

Extremamente talentoso nessas apresentações, valeu a pena conferir as composições do cara: muito Blues, Jazz, Soul, Boogie Woogie e Rock n' Roll.



Cold shot, com Jimmy Vaughan no tributo ao Stevie Ray Vaughan.


A primeira parte de uma jam com o Johnny Winter:


Abaixo, o link para as outras partes:

Parte 2/7

Parte 3/7

Parte 4/7

Parte 5/7

Parte 6/7

Parte 7/7

Por fim, o canal oficial de YouTube.