O artista selecionado para hoje faz uma trilha sonora perfeita para ficar em um bar esfumaçado de beira de estrada (de preferência na Rota 66) jogar sinuca e tomar cerveja. Ou whisky. Ou bourbon. Ou tequila.
Um blues bem puxado para o rock.
A primeira vez que ouvi George Thorogood foi no game de Mega Drive "Rock n' Roll Racing". Mais tarde, fui reconhecer que aquela musiquinha que embalava as corridas fazia parte do Exterminador do Futuro 2.
Junto com os Destroyers, George Thorogood faz ótimas versões de blues clássicos, além de suas próprias composições. Um som energético, pesado e divertido.
Na estrada desde a década de 70, o cara tira um timbre bem peculiar de sua guitarra. Certa vez, li que para suas semi acústicas não fazerem muita microfonia, ele preenche o corpo delas com jornal (!) e papel amassado. Curiosidade para guitarristas.
Vamos com a clássica "Bad to the Bone":
O clipe de "I drink alone".
Um show completo.
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quarta-feira, 3 de julho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Não é o Ronnie Von.
Eles têm estilos parecidos.
Cantam para caralho. Dançam para caralho. Excelentes compositores.
Chegaram a cogitar um dueto na faixa de um álbum, mas o gênio forte de ambos atrapalhou tudo.
A música em questão seria Bad, que foi gravada apenas por Michael Jackson. O outro artista, que recusou a participação, era Prince.
Ao contrário da postura infantil e assexuada de Michael, Prince é um excêntrico que compõe músicas fantásticas carregadas de peso, groove e sensualidade.
Todos os artistas querem gravar ou compor com Prince. Ele, temperamental como sempre, se dá ao luxo de escolher.
Uma das últimas loucuras foi adotar um símbolo bizarro e impronunciável para se auto-denominar. O cara é bem imprevisível.
Vamos aos sons!
Musicology.
Kiss.
Uma de suas obras primas: Purple Rain.
Um show completo. Assista logo, antes que o Prince tire do ar. Ele andou fazendo isso com tudo que era publicado no YouTube.
Cantam para caralho. Dançam para caralho. Excelentes compositores.
Chegaram a cogitar um dueto na faixa de um álbum, mas o gênio forte de ambos atrapalhou tudo.
A música em questão seria Bad, que foi gravada apenas por Michael Jackson. O outro artista, que recusou a participação, era Prince.
Ao contrário da postura infantil e assexuada de Michael, Prince é um excêntrico que compõe músicas fantásticas carregadas de peso, groove e sensualidade.
Todos os artistas querem gravar ou compor com Prince. Ele, temperamental como sempre, se dá ao luxo de escolher.
Uma das últimas loucuras foi adotar um símbolo bizarro e impronunciável para se auto-denominar. O cara é bem imprevisível.
Vamos aos sons!
Musicology.
Kiss.
Uma de suas obras primas: Purple Rain.
Um show completo. Assista logo, antes que o Prince tire do ar. Ele andou fazendo isso com tudo que era publicado no YouTube.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Telecasters all over the world
Uma vez, vi um post no 9gag falando sobre como as pessoas só lembram das guitarras Les Paul e Stratocaster.
Uma grande injustiça com as Telecasters que também têm um puta timbre.
Enfim, uma introdução que serviria para puxar assunto em um elevador qualquer. O ponto é que, ao pensar nas Telecasters, a primeira banda que me vem à cabeça é o Status Quo.
Os caras formaram a banda na década de 60 para fazer um rock n' roll sincero, pesado, eficiente, cru e sem firulas.
Francis Rossi e Rick Parfitt, guitarristas do grupo, só ligaram os pedais de overdrive e mandaram ver.
Vale muito a pena conhecer o trabalho dos caras.
Abaixo, um dos hinos dos caras.
Para encerrar, mais um show completo para deixar rolando durante o expediente.
Rock n' roll all over the world.
Uma grande injustiça com as Telecasters que também têm um puta timbre.
Enfim, uma introdução que serviria para puxar assunto em um elevador qualquer. O ponto é que, ao pensar nas Telecasters, a primeira banda que me vem à cabeça é o Status Quo.
Os caras formaram a banda na década de 60 para fazer um rock n' roll sincero, pesado, eficiente, cru e sem firulas.
Francis Rossi e Rick Parfitt, guitarristas do grupo, só ligaram os pedais de overdrive e mandaram ver.
Vale muito a pena conhecer o trabalho dos caras.
Abaixo, um dos hinos dos caras.
Para encerrar, mais um show completo para deixar rolando durante o expediente.
Rock n' roll all over the world.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Can't get enough
Dizem que a banda no céu está ficando cada vez melhor.
Muitos ídolos estão indo embora. Talvez só tenham voltado para o planeta deles. Tudo depende da crença.
Alguns deixam muita saudade.
Duas mortes que, em particular, me marcaram demais ao serem anunciadas na televisão foram as de Tim Maia e Barry White.
O Tim dispensa apresentações, e hoje, quis relembrar a poderosa voz grave do maestro Barry White.
Conversava esses dias sobre o fato de que a maioria das músicas que tocam a gente no peito são tristes. Para compensar, fiquei pensando nas músicas que têm alto astral e que mesmo assim criam uma reação parecida.
No comando da Love Unlimited Orchestra, Barry compôs harmonias e arranjos arrepiantes.
São temas românticos, cheios de groove e letras que não precisam ser "dor-de-cotovelo". Músicas que abrem sorrisos.
Separei alguns sons do Mr. Barrence Eugene Carter e um show completo.
Can't get enough of your love.
A versão de "The first, the last, my everything" com a participação Pavarotti ficou bem legal.
Mais um capítulo de: Quando a música pop era legal. Around the world com Lisa Stansfield.
Por fim, um show completo.
Let the music play!
segunda-feira, 22 de abril de 2013
O outro who?
O Guess Who é uma banda que sempre me confundia na época de adolescente.
— Essa música é do Guess Who!
— Hein? Do Who?
— Não! Guess Who!
— Who?
— O que?
Enfim. Anos mais tarde, fui descobrir que a banda surgiu no Canadá alguns anos antes do lendário The Who.
A primeira que ouvi dos caras foi "American Woman", e na ânsia pela redescoberta das bandas clássicas, procurei outras músicas deles.
Ao curtir o som do Guess Who, dá para perceber a boa mistura entre rock, blues e folk que eles prepararam.
Uma receita de fácil digestão, daquelas que dá para deixar de fundo musical ou trilha sonora de qualquer reunião na sua casa.
É uma banda que sua visita palpiteira não vai reclamar, como reclamaria dos "barulhentos" do AC/DC, Deep Purple ou Led Zeppelin que você gostaria de ter deixado rolando.
Rock clássico de fácil digestão. Guess Who?
American Woman:
Um show de 1983:
— Guess Who made this song.
— Who?
— Guess Who.
— Who?
— Guess Who.
— WHO?!
— Essa música é do Guess Who!
— Hein? Do Who?
— Não! Guess Who!
— Who?
— O que?
Enfim. Anos mais tarde, fui descobrir que a banda surgiu no Canadá alguns anos antes do lendário The Who.
A primeira que ouvi dos caras foi "American Woman", e na ânsia pela redescoberta das bandas clássicas, procurei outras músicas deles.
Ao curtir o som do Guess Who, dá para perceber a boa mistura entre rock, blues e folk que eles prepararam.
Uma receita de fácil digestão, daquelas que dá para deixar de fundo musical ou trilha sonora de qualquer reunião na sua casa.
É uma banda que sua visita palpiteira não vai reclamar, como reclamaria dos "barulhentos" do AC/DC, Deep Purple ou Led Zeppelin que você gostaria de ter deixado rolando.
Rock clássico de fácil digestão. Guess Who?
American Woman:
Um show de 1983:
— Guess Who made this song.
— Who?
— Guess Who.
— Who?
— Guess Who.
— WHO?!
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Let the good times roll
Desde criança, sempre fui fã de Tom & Jerry, e tem um episódio em que o Tom vai fazer uma serenata para uma gatinha usando um contra-baixo acústico. Alguém se lembra?
Queria saber quem era o autor dessa música, ou pelo menos, o principal intérprete.
Depois de ouvir a letra e fazer aquela pesquisa básica, achei o nome: Louis Jordan.
Um dos grandes pioneiros do Jazz e Blues, o cara surgiu entre a década de 30 e 50 com um som bem alto astral e foi influência para diversos artistas, incluindo o mítico B.B. King.
Aliás, o B.B. King gravou um álbum tributo ao Louis Jordan. Um disco sensacional.
No YouTube, dá para achar uns sons e apresentações. Vale a pena conhecer.
Abaixo, uma versão de "Is you is, or is you ain't my baby":
"Let the good times roll", um som ideal para relaxar e curtir uma cerveja. Na versão do B.B. King.
Para encerrar, mais uma de Jordan.
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