Sem trocadilhos.
A banda de hoje no Revival tem um nome digamos, mal pesquisado. Claro que na época, sem internet e sem Google Translate, a coisa ficava bem mais difícil.
Estou falando da banda Black Merda. Sim, é isso que você leu. A pronúncia correta seria "black murder", mas os caras resolveram inovar na grafia, e ficou assim mesmo.
Formada no meio da década de 60, em Detroit, os caras fazem um rock bem psicodélico e cheio de groove.
Ouvi os caras por acaso no YouTube. Uma recomendação que realmente valeu a pena.
Hora de curtir!
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Viagem Real
De vez em quando, as ideias para post do Revival vêm do nada.
Hoje, lembrei de uma banda que um amigo é fã, e que eu ainda não tinha conhecido muita coisa. Aí, resolvi procurar algum vídeo deles para deixar de trilha sonora nos fones de ouvido durante o expediente.
Não me arrependi. King Crimson tem um som pesado, viajante e cheio de influências do jazz e música erudita.
Formada pelo guitarrista Robert Fripp e baterista Michael Giles em 1969, a banda é mais um exemplo da técnica sendo utilizada em prol da música, e não o contrário. Em sua obra, eles conseguiram criar climas e atmosferas em sons que fazem você viajar.
Tempos malucos, mensagens fortes, melodias tensas e harmonias elaboradas. Tudo está presente.
Confira o show que contagiou minha tarde.
Boa viagem!
Hoje, lembrei de uma banda que um amigo é fã, e que eu ainda não tinha conhecido muita coisa. Aí, resolvi procurar algum vídeo deles para deixar de trilha sonora nos fones de ouvido durante o expediente.
Não me arrependi. King Crimson tem um som pesado, viajante e cheio de influências do jazz e música erudita.
Formada pelo guitarrista Robert Fripp e baterista Michael Giles em 1969, a banda é mais um exemplo da técnica sendo utilizada em prol da música, e não o contrário. Em sua obra, eles conseguiram criar climas e atmosferas em sons que fazem você viajar.
Tempos malucos, mensagens fortes, melodias tensas e harmonias elaboradas. Tudo está presente.
Confira o show que contagiou minha tarde.
Boa viagem!
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Back in town
Na primeira vez que ouvi um som dos caras, na Kiss FM, achei foda. Aí, veio o solo de guitarra. Lindo demais.
A música em questão era "She knows" e a banda, Thin Lizzy.
Resolvi ir mais a fundo. Lembrei que o Metallica tinha feito uma versão de outra música deles: "whiskey in the jar". A original é fantástica também.
Formada em 1969 em Dublin, a banda toca um hard rock bem estradeiro. Daqueles sons que fazem você se imaginar em uma Harley Davidson ou em um Cadillac numa viagem pela rota 66. Ou simplesmente viajando sem rumo por aí.
A sonoridade é bem peculiar. Um drive leve de guitarra, influências do blues, rock, psicodelia, country e música folclórica irlandesa.
Hora de curtir o som dos caras.
"Eu vou tomar rum de abadá!". Um falso cognato em "Whiskey in the jar".
Um lindo solo de guitarra em "she knows".
Um show completo.
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segunda-feira, 6 de maio de 2013
Groove em família
Minha paixão pelo som do Sly and the Family Stone só foi crescendo com o tempo.
A banda é mais um exemplo do "peso fora do rock". A psicodelia também está presente em músicas cheias de atitude e mensagens fortes.
O que destacar? Vocais e composições lindas de Sly; grooves dançantes de baixo, guitarra e bateria e diversos arranjos vocais. Tudo em perfeita harmonia.
Formada em 1967, sabe-se que a banda foi influência para uma porrada de artistas que seguiram essa mistura de funk, soul, rock e psicodelia.
Vale muito a pena conhecer toda a discografia da banda.
Sly and the Family Stone é outra banda que achei no meio dos discos da minha mãe. A primeira deles que ouvi foi "Everyday People". Logo de cara, uma letra linda.
Só um trechinho:
I am no better and neither are you
We're all the same whatever we do
You love me you hate me
You know me and then
Still can't figure out the bag I'm in
I am everyday people
Em franqueza resumida: todo mundo caga, mija, peida, trepa e vira adubo quando morre. O tempo passa e uma mensagem de 1968 ainda precisa ser dita.
Para todos os everyday people:
E agora, um puta riff de guitarra funk em "Sing a simple song":
Thank you!
Para encerrar, um show. Pena que não encontrei um registro com qualidade melhor. Mas dá para curtir! O som está bom.
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quarta-feira, 3 de abril de 2013
Heart Full of Soul
Poucas bandas podem dizer que tiveram guitarristas lendários. Mas nenhuma pode dizer que teve três, além dos Yardbirds. Se você nunca ouviu falar deles, provavelmente já ouviu falar de Jimmy Page, Eric Clapton e Jeff Beck. Se nunca ouviu falar deles, calma. O Revival tá aqui pra isso, amiguinho.
Uma das formações da banda.
Pra mim, esses sessentistas tinham tudo a mesma cara.
Pra mim, esses sessentistas tinham tudo a mesma cara.
Bom, o resumo da história é o seguinte: a banda começou com uma pegada bem blues, daí a música "For Your Love" que era meio comercial fez sucesso e o Eric Clapton ficou putinho por isso, o que resultou na sua saída da banda. Aí veio o tal Jeff Beck e deixou tudo psicodélico pra caralho, mas ele chamou o Jimmy Page pra tocar junto, e um tempo depois acabou saindo também. Depois disso o Page quis montar os "New Yardbirds" que viraria uma banda totalmente diferente chamada "Led Zeppelin". Mas isso aí é outra história. Se liga no que emputeceu o Clapton Fura-Zóio:
E a fase psicodélica, com o número de arco de violino que consagrou Page mais tarde no Zep:
De chorinho, vou deixar a música que deu nome ao post:
Espero que curtam, pois essa banda é do caralho, apesar de ter feito pouco sucesso comercial. Divirtam-se e keep on rocking, kids. Até a próxima!
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