De vez em quando, as ideias para post do Revival vêm do nada.
Hoje, lembrei de uma banda que um amigo é fã, e que eu ainda não tinha conhecido muita coisa. Aí, resolvi procurar algum vídeo deles para deixar de trilha sonora nos fones de ouvido durante o expediente.
Não me arrependi. King Crimson tem um som pesado, viajante e cheio de influências do jazz e música erudita.
Formada pelo guitarrista Robert Fripp e baterista Michael Giles em 1969, a banda é mais um exemplo da técnica sendo utilizada em prol da música, e não o contrário. Em sua obra, eles conseguiram criar climas e atmosferas em sons que fazem você viajar.
Tempos malucos, mensagens fortes, melodias tensas e harmonias elaboradas. Tudo está presente.
Confira o show que contagiou minha tarde.
Boa viagem!
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quarta-feira, 24 de julho de 2013
quarta-feira, 27 de março de 2013
Progressivo caipira
Em uma das bandas que toco, o outro guitarrista é um grande fã de rock progressivo. Eu sempre fui fã de southern rock, classic rock e principalmente blues.
Um dia, estávamos conversando sobre bandas e começamos a falar sobre o Kansas.
Chegamos à conclusão de que o Kansas é o "elo perdido" entre os estilos que nos influenciam como guitarristas.
Quando ouço a banda, penso naqueles bares na beira de estrada de séries e filmes americanos. Esfumaçados, com mesa de sinuca e motos Harley Davidson estacionadas.
Claro, as viagens do progressivo também estão presentes. Seja nos compassos, nas letras, temas e melodias.
A banda se formou na década de 70, em Topeka, Kansas, e ficou mais conhecida por um hit: Dust in the wind. Linda, regravada por uma porrada de gente, tocada em bares com "voz e violão" e churrascos.
Ainda bem que surgiu Supernatural, que popularizou também um som do Kansas que é sensacional: Carry on my wayward son.
Don't you cry no more!
Um show completo.
Saving people, hunting things. The family business.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Giant Trip
Música é estado de espírito. Você sempre encontra algum estilo ou banda que corresponde ao que está sentindo no momento.
Todos temos nossos favoritos. Mas mesmo eles, não são ouvidos o tempo todo.
Rock progressivo não é dos meus estilos prediletos, mas eu curto essa viagem musical de vez em quando.
É nesses momentos que procuro o Gentle Giant.
Compassos malucos, melodias complexas, harmonias dissonantes, contrapontos, álbuns conceituais, instrumentos não-convencionais e letras com mensagens filosóficas. Eles mesmo chamam seu estilo de "Baroque & Roll".
A banda surgiu na década de 1970, na Inglaterra, com um rock pesado, quebrado e sonoridade erudita.
O Gentle Giant é uma orquestra de filósofos e excelentes multi-instrumentistas. Tudo depende da mensagem que eles querem passar.
É até difícil de explicar. Tem que ouvir para entender e sentir o clima diferente das músicas.
Abaixo, o primeiro som que ouvi deles: Free hand.
Um show completo, de 1978.
Boa viagem!
Todos temos nossos favoritos. Mas mesmo eles, não são ouvidos o tempo todo.
Rock progressivo não é dos meus estilos prediletos, mas eu curto essa viagem musical de vez em quando.
É nesses momentos que procuro o Gentle Giant.
Compassos malucos, melodias complexas, harmonias dissonantes, contrapontos, álbuns conceituais, instrumentos não-convencionais e letras com mensagens filosóficas. Eles mesmo chamam seu estilo de "Baroque & Roll".
A banda surgiu na década de 1970, na Inglaterra, com um rock pesado, quebrado e sonoridade erudita.
O Gentle Giant é uma orquestra de filósofos e excelentes multi-instrumentistas. Tudo depende da mensagem que eles querem passar.
É até difícil de explicar. Tem que ouvir para entender e sentir o clima diferente das músicas.
Abaixo, o primeiro som que ouvi deles: Free hand.
Um show completo, de 1978.
Boa viagem!
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